sexta-feira, 9 de junho de 2017

SÃO JOÃO DO MARANHÃO 2017



Cantor e compositor Daffé e Banda, Shows confirmado pelo Estado do Maranhão
Dia 20 de Junho, Praça Maria Aragão às 22h
Dia 26 de Junho, no Arraial do IPEM, às 22h



São João de São Luís 2017, no Maranhão, se destaca pelas suas apresentações culturais, que envolvem o Bumba-Meu-Boi, maior tradição folclórica do estado. Uma mistura de dança, música e teatro trazem um clima especial para a festa junina da cidade.
Neste ano, as comemorações juninas do São João de Todos, já form iniciadas com as prévias. O período de comemoração foi iniciado no dia 01 de junho de 2017 e as prévias juninas seguem até 11 de junho.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

FESTA JUNINA



Estamos com o nosso Show para o período Junino 2017, de inicio daremos o pontapé inicial no "Ceprama" na Festança Junina de 26 de maio
Atenção brincantes, boieiros, matraqueiros, forrozeiros, índias, vaqueiros, miolos de boi, pandeireiros e toda nação boieira da ilha. Vão começar as festas juninas do Maranhão! A abertura oficial será nesta sexta-feira (26), com a realização da 13ª Festança Junina no Ceprama, a partir das 19h, no Ceprama (Madre Deus), em São Luís (MA). A Festança continuará sábado (27) e domingo (28), às 19h, com apresentação de grupos de bumba-meu-boi, lelê, ritmos maranhenses, shows com artistas locais e muito forró pé-de-serra.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

BIOGRAFIA DE DAFFÉ

                      





José Carlos Silva, de nome artístico, “DAFFÉ”, como é conhecido, é o mais novo dos seis filhos da senhora Maria Assunção e do senhor Joaquim Alves, ambos falecidos. Radicado a 40 anos em São Luís no Maranhão, é da nova safra de compositores e cantores da musica popular Maranhense. O mesmo possui uma performance de palco, onde procura aliar a música com a sua mensagem emotiva, visto que intitula como real prioridade, passar o devido e necessário sentimento à vibração do público.

Daffé, natural de Coroatá no Maranhão, mas de vivência, advindo de Santa Inês, lugar de grande efetividade cultural nordestina, trazendo assim desde então do berço música nas veias, a figura desbravadora e leal, que se configura na música, a perseverança de fazer valer a arte, e mais precisamente a música em comum acordo com a melodia, a harmonia, a estética e a mensagem escrita.

Suas maiores influências são: Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Lenine, Jorge Ben, Tim Maia, Caetano Veloso, Chico Buarque, Chico Cesar, ...

Em 1997, lançou seu primeiro trabalho, consolidando toda a sua influência musical em um disco, intitulado de CLAREANDO. Com 9 faixas o mesmo foi um disco pretensioso, apesar da escassez de recursos investidos, pois foi na simplicidade e sutileza dos arranjos, e forte entonação vocal, que prevaleceu-se a emoção em detrimento ao estereótipos técnicos, de modo que, este trabalho caiu no gosto dos ouvintes de forma natural, passando a tocar em várias emissoras de rádio do Maranhão. Tal trabalho inicial de Daffé, foi muito bem recepcionado pela crítica local, passando pelo crivo de qualidade de vários nomes da música Maranhense.

Daffé não parou mais: participou de várias coletâneas no Maranhão, festival isso nem se fala, foram tantos de perder a conta. Até que em 2000 lançou o CD PROVÉRBIOS, em 2004 SOMENTE SOLO. Daffé mostra sua qualidade de intérprete num trabalho repleto de canções e referências ao som que se faz, tanto nos bares e nas rodas de amigos. Um CD totalmente acústico. e em 2008 o CD CANÇÕES PARA SOLAR, 2009 o CD “PÉ DE BEIJO” 2010 O CD “É SÃO JOÃO” bem aceito tanto pela critica quanto pela mídia.  Chegou a ganhar o premio Universidade de melhor CD Junino.

 Daffé foi um dos fundadores do grupo folclórico do bairro do São Francisco em São Luiz Maranhão.
O Boizinho Incantado”. Boi de viola no sotaque Ilha , Pindaré e zabumba.
No grupo, Daffé produziu quatro CDs com suas músicas. Foram 17 anos de terreiro e luas no período Junino.

Daffé ocupou como gestor cultural o cargo de Secretario de Cultura de Santa Inês, no período de, 2014 a 2017  

sexta-feira, 21 de abril de 2017

MISSA DO SÉTIMO DIA DE MARIA ASSUNÇÃO SILVA


               Que a dor da nossa perda possa ser diminuída um pouquinho a cada dia e que daqui para frente esta ausência seja capaz de fortalecer ainda mais os laços da nossa família. O vazio que ficou jamais será preenchido, mas com a paz de Deus em nossos corações será bem menos difícil. 

                O céu comemora hoje sete dia  da vida eterna de uma pessoa muito querida, que para sempre estará na nossa memória e influenciará eternamente na minha história.


A família convida a todos para a missa de sétimo dia em intenção da alma de Maria de Assunção Silva, que será realizada nesta sexta feira dia 21/4, às 17h30 na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Cohab em São Luís - MA
"Desde de já queremos agradecer a todos que se fizerem presentes!”


FALECIMENTO DA MINHA MÃE


Minha família. Daffé, Sofia, Rita e Lara


José Carlos Daffé  19/04/2017

Em 2017, eu tinha terminado de deitar, estava compondo e definindo o repertório do meu CD , definindo nomes de músicos, estúdio, arranjos, como seria a capa...

Sou o sexto filho  de uma família muito unida. Meu pai faleceu e deixou minha mãe gravida de três meses,  juntos viveram uns 16 anos. Minha mãe sempre me ensinou que a família é o que temos de mais importante.  Uma família de seis irmãos,  Francisco e Rosa já falecidos. Pedro, Lina,  Luis, José Carlos e uma irmã adotiva que é mais filha do que todos, minha mão era louca por essa filha “Leila Silvana”. Criou sete filhos vendendo cuscuz e lavando roupas para raparigas em Santa Inês na Praça da Saudade.

Meia noite uma ligação, Atendi a ligação e do outro lado da linha minha irmã Lina, estava em prantos. Nunca tinha visto sequer uma lágrima sair dos olhos dessa minha irmã.   Ela sempre foi um mulher  muito forte, mãe de dois filhos, Rafael e Eduardo, do tipo séria e, correta. Jamais demonstrara qualquer sinal de fraqueza diante da família.

Pensei! “Meu deus, o que aconteceu?” Antes que eu enunciasse a pergunta, veio a resposta do outro lado da linha: “mamãe não está se sentindo nada bem”!
Saí as pressas,  quando cheguei na casa de minha mãe olhei-a com um semblante triste e muito debilitada, um cansaço sem fim e um ronco muito estranho no peito. Ela dia 10 de maio faria 94 anos, não comia carne, a alimentação era peixe, frango ,  verdura, e tomava vinho, ela sempre dizia que ninguém é de ferro.

Levamos para Upa do Araçagi em São Luis – MA, ela conversando sempre com bom humor como nade tivesse acontecendo e na realidade só ela sabia o que estava sentindo. Uma mulher que nunca reclamou de dores, lutou muito pra criar os filhos, lutou  mais até do que por si mesma, não era de tomar remédio e muito menos ir para Hospital. Minha mão sempre tinha sua garrafada , aguardente Alemã, pílula contra a qual reclamava muito por ter saído do mercado.

Chegando na Upa, sentamos na cadeira da ante sala. Minha irmã perguntou se estava tudo bem... não respondeu nada, trouxeram a maca quando olhei que já não tinha mais força nas pernas e balançando com a cabeça com sinal de negação. Foi o fim, levaram para uma área vermelha como falam, e intubaram. Sempre temos uma esperança, ela mesma sempre me ensinou a pensar positivo, porque atrai coisas positivas, a visita era no outro dia, das 11 ao meio dia.

Nove horas do outro dia, o médico me liga dizendo que gostaria muito falar com a família. Pronto! Mais fui com esperança tanto eu como minha irmã.  Fiquei frente a frente com o médico, ele muito bem humorado, simpático, lembro que tinha tatuagens no corpo e de nome Rafael. Falamos bastante, finalmente a noticia. Sua mãe faleceu ás 9 da manhã, ela deu uma parada cardíaca as 7 horas e não voltou mais.

O que mais me conforta diante disso tudo, é que minha mãe sempre foi saudável, alegre, sempre cantava e dava a vida pelos filhos. Tinha um ditado que ela sempre dizia; “ duas coisas que eu tenho medo. “É de homem e de cachorro doido”. Morrei como um passarinho, sem sofrimento, em um sábado e o sepultamento foi em dia de domingo onde toda família teve presente sem atrapalhar ninguém em seu trabalho e nos seus afazeres. A missa será dia de Tiradentes, 21 de abril ás 17;30 também sem atrapalhar ninguém porque é feriado.

Minha mãe faleceu  em 15 de abril de 2017. Não quero ter  bloqueio com essa data do seu falecimento. Quero sempre lembrar e ascender velas e rezar, afinal era uma católica praticante gostava muito de ir á missa. Se alguém perguntasse se ela ia orar, na mesma hora ela dizia; “eu não oro, eu rezo”.

 Só lembrando, sou casado. Minha mulher se chama Rita. Estamos juntos há 25 anos. Tenho duas filhas, Lara e Sofia, minha mãe era louca por elas. O apoio que Rita me deu no momento, não pode ser traduzido em palavras. Sem ela não teria conseguido a paz e a tranquilidade no momento.
Na realidade Vivemos um momento estranho na nossa sociedade. Pessoas pensando só nos seus próprios umbigos, grande intolerância coletiva, inversão de valores básicos, banimento da gentileza, ausência de amor.

 É preciso ter um propósito maior. É preciso exercitar a sua humanidade. Minha mãe me pegou pela mão e me mostrou isso. E me deixou isso como legado. A última lição da dona Maria  de Assunção Silva, 93 anos, Piauiense de José de Freitas

Que eu espero estar seguindo a contento. Meu. E dela.

quinta-feira, 23 de março de 2017

MÃOS A OBRA




Existem momentos na vida em que somos notáveis, até demais, não pelos atos de chegarmos até o topo de uma metafórica pirâmide, mas sim, pelas quedas, fraquezas humanas, erros e decepções. Noutros instantes quando a cortina cai, os aplausos são sugados por uma plateia dissimulada, que não deseja ver ninguém sair da mediocridade. Algumas vezes já me senti triste nos palco da vida. Não me resta alternativa, eu tenho que entender as variações do comportamento humano, lembrando de um verso do poeta Augusto dos Anjos: “A mão que afaga é a mesma que apedreja”. Deixo as lembranças tristes no passado e extravaso minha felicidade dividindo-a com todos vocês, meus amigos sinceros e verdadeiros, que gentilmente entendem o meu trabalho e, minha força de vontade com o profissionalismo.

Agora é mãos a obra